A defesa das escolas cívico-militares e a tentativa de reduzir a abstenção estiveram entre os assuntos abordados pela governadora Celina Leão (PP) no encerramento da campanha eleitoral no Distrito Federal. Neste sábado (24), a candidata à reeleição percorreu Taguatinga e Ceilândia em carreata e aproveitou a agenda para reforçar suas posições na véspera do segundo turno.
Ao falar sobre a disputa, Celina avaliou que a campanha conseguiu percorrer diferentes regiões administrativas e cumprir sua programação. A governadora afirmou que chega à votação com expectativa positiva, embora tenha ressaltado a importância da fé e da humildade ao comentar o resultado que espera das urnas.
A candidata também voltou a atenção para os eleitores que podem deixar de votar. Ela pediu que seus apoiadores conversem com familiares e amigos para estimular o comparecimento neste domingo (25). Na avaliação de Celina, alcançar quem se absteve na eleição anterior é importante para ampliar a participação no segundo turno.
Celina afirma que expansão das escolas depende da comunidade
Na área da educação, a governadora defendeu a manutenção do modelo cívico-militar e argumentou que sua implementação deve respeitar a vontade das comunidades escolares. Segundo ela, a adesão não é determinada exclusivamente pelo governo, mas depende da decisão dos integrantes de cada comunidade escolar.
Celina afirmou que há mais de dez solicitações para a criação de novas unidades com esse formato no DF. Ao citar os pedidos, defendeu que as demandas sejam ouvidas antes de qualquer decisão sobre a expansão do modelo.
A candidata mencionou ainda que, segundo dados apresentados por ela, 90% dos pais de alunos aprovam as escolas cívico-militares. Celina sustentou que a consulta às famílias precisa continuar sendo considerada tanto na avaliação das unidades em funcionamento quanto na análise de novas implantações.
A votação do segundo turno será realizada neste domingo, quando os eleitores do Distrito Federal definirão o resultado da disputa pelo governo local.
